Teste de personalidade

Acabei de fazer o teste de personalidade do inspiira.org e descobri que sou legal. Bom, não sou tão legal quanto a descrição, que é bem elogiosa.O resultado foi ENFP, que significa "O defensor de causas". Acho que é realmente a minha personalidade, mas sem tanto entusiasmo. Quem quiser se conhecer melhor, vai lá no site. Mas tem que ser sincero. Eu fui e tive uma boa surpresa.

O DEFENSOR DE CAUSAS


Para os Defensores de Causas nada ocorre que não seja sem um significado, sem um sentido profundo. E eles não querem deixar de viver nenhuma destas experiências. ENFPs precisam experimentar todos os eventos que afetam a vida das pessoas, e então eles ficam ansiosos por relatar as histórias que eles descobriram, na esperança de revelar alguma verdade sobre pessoas e problemas, e para motivar os outros com suas fortes convicções. Esta forte motivação de se fazer ouvir em eventos sociais pode fazer destes Defensores de Causas incansáveis conversadores, como fontes que borbulham e se espalham, derramando suas próprias palavras para colocar tudo para fora. O seu entusiasmo é ilimitado e é frequentemente contagiante, fazendo deles os mais animados de todos os Tipos, e também inspirando outros a se juntarem à sua causa.
Como os Tipos do temperamento xNFx, ENFPs são bastante raros, pode-se dizer dois ou três por cento da população, mas num nível superior aos outros eles consideram experiências emocionais intensas como sendo vitais para uma vida plena. Defensores de Causas demonstram uma ampla gama e variedade de emoções e uma grande paixão por novidades, e por isso podem tornar-se entediados rapidamente tanto com situações quanto com pessoas, e resistirem repetir experiências. Além disso, eles nunca podem se desvencilhar completamente da sensação de que uma parte deles é separada, excluída de seu experimentar da vida. Dessa forma, enquanto eles procuram por intensidade emocional, os Defensores de Causas frequentemente se vêem em risco de perder contato com seus sentimentos verdadeiros.
Esses Defensores de Causas [xNFP] expressivos são ferozmente independentes, repudiando qualquer tipo de subordinação, quer em si próprios ou em outros com relação a eles. Infelizmente, Defensores de Causas encontram-se constantemente rodeados por outros que os procuram em busca de sabedoria, inspiração, coragem, e liderança, uma dependência esta que, às vezes, pesa um tanto quanto demasiadamente sobre eles. Na mesma linha, ENFPs esforçam-se para demonstrar uma espécie de autenticidade pessoal espontânea, e essa intenção de sempre serem eles mesmos é geralmente comunicada não-verbalmente às outras pessoas, que consideram isso um tanto atraente. Com grande frequência, porém, seus esforços em serem autênticos são insuficientes, e eles tendem a se auto-flagelar quando se constrangem até minimamente com suas próprias atuações.
Através de sua maneira “sondante” de ser, ENFPs fazem uma varredura contínua do ambiente social, e é provável que nenhuma motivação suspeita escape à sua atenção. Muito mais do que outros xNFx, ENFPs A sua atenção nunca é passiva ou casual, nunca vagando, mas sempre dirigida. De fato, vendo a vida como um drama emocionante, abundante de possibilidades tanto para o bem quanto para o mal, os Defensores de Causas tendem a ser hipersensíveis e hiperalertas, sempre prontos para emergências, e por causa disso eles podem sofrer de tensão muscular.
Ao mesmo tempo, ENFPs têm excelentes poderes intuitivos e, muitas vezes, encontram-se tentando ler o que está se passando dentro dos outros, interpretando acontecimentos em termos de motivações ocultas das pessoas, e dando significado especial a palavras ou a ações. Embora essa interpretação possa ser precisa, ela também pode ser negativa, e às vezes imprecisamente negativa, o que pode introduzir um elemento desnecessariamente tóxico à relação. Por exemplo, Defensores de Causas tendem a atribuir mais poder a figuras de autoridade do que realmente nelas há e a crer que estas figuras têm a capacidade de exergá-los com transparência — um poder de “insight” que geralmente não está lá. Desta forma ENFPs podem fazer graves erros de juízo, erros estes que derivam da sua tendência a projetar seus próprios atributos nas outras pessoas, e a focar-se nos dados que confirmam seus próprios viéses.
Apesar da má-interpretação ocasional, Defensores de Causas são habilidosos com pessoas e fazem extenso uso de suas habilidades interpessoais. Eles geralmente possuem um vasto leque de contatos pessoais e telefônicos, esforçando-se na manutenção de ambos os relacionamentos profissionais e pessoais. Eles são acolhedores, se divertem com as pessoas, e são extraordinariamente habilidosos no lidar com as mesmas. São pessoas agradáveis e sentem-se à vontade com seus colegas de trabalho, e as outras pessoas apreciam sua presença. Sua “persona” pública tende a ser bem desenvolvida, assim como sua capacidade para o espontâneo e o dramático. São caracteristicamente otimistas em suas concepções, e se surpreendem quando as pessoas ou eventos não acabam sendo como antecipados. Frequentemente a sua confiança na bondade inata da vida e da natureza humana é uma profecia que se auto-concretiza.
Defensores de Causas podem escolher uma notável gama de de carreiras e obtêm sucesso em diversas áreas. Como trabalhadores, eles são calorosamente entusiasmados, de alto espírito, imaginativos, e podem fazer praticamente qualquer coisa que atraia seu interesse. Eles possuem um forte sentido do possível, e podem resolver muitos problemas, especialmente os que envolvem o lidar com as pessoas. Eles têm prazer no processo de criação de alguma coisa, de uma idéia ou de um projeto, mas não se interessam tanto pela parte mais monótona do processo, que envolve dar continuidade a estas coisas. Uma vez que pessoas ou projetos se tornem uma rotina, ENFPs provavelmente perderão o interesse — o que pode ser é sempre mais fascinante do que aquilo que é. Defensores de Causas são muito habilidosos em reunir pessoas, e são bons apresentadores de reuniões e conferências, embora não sejam tão talentosos em providenciar os detalhes logísticos e operacionais destes eventos. Eles são bons em inventar novas maneiras de se fazer as coisas, e seus projetos tendem a tornarem-se rapidamente personalizados à causa em mãos. São pessoas imaginativas, mas que podem ter dificuldade de levar adiante idéias e projetos iniciados por outras pessoas. Se é para eles gastarem energia e interesse num projeto, eles precisam torná-lo “deles”.
Trabalho que requer contato face-a-face é essencial para os Defensores de Causas. São excelentes professores, ministros religiosos (padres/pastores/etc), e em geral são atraídos pelas artes comunicativas, constituindo talentosos jornalistas, oradores, romancistas, roteiristas, e dramaturgos. Em ambientes institucionais eles podem ser perturbadores do status quo, contestando os Às vezes eles se tornam impacientes com seus superiores; e ocasionalmente eles defenderão o lado dos difamadores da organização onde trabalham, os quais encontram nos ENFPs um ouvido solidário e uma pessoa resgatadora por natureza. Na escolha profissional, ENFPs rapidamente tornam-se inquietos se a escolha envolve detalhamentos meticulosos e um acompanhamento por extensos períodos. Variedade nas operações e interações do dia-a-dia encaixa-se perfeitamente em seus talentos, pois necessitam de um bocado de liberdade para que possam exercer sua criatividade.
Em relacionamentos, ENFPs tendem a ser atraentes, gentis, solidários, porém não-conformistas. Já que frequentemente buscam novas maneiras de ventar suas inspirações, seus companheiros/as podem esperar surpresas. Eles podem oscilar entre a extravagância e a frugalidade, e suas casas podem conter luxuosidades caras, ao mesmo tempo que necessidades básicas possam estar faltando. Eles são enormemente desinteressados em coisas como manutenção doméstica, poupança, seguro de vida, e até mesmo em dinheiro na mão.
Como pais/mães, Defensores de Causas são pessoas dedicadas, embora um tanto imprevisíveis no lidar com seus filhos, oscilando entre o papel do “amigo em necessidade” e de uma dura figura autoritária. Embora verbalizem opiniões fortes sobre disciplina, eles podem não estar dispostos a fazer valer seus pronunciamentos dramáticos, temendo comprometer a relação que têm com seus filhos, e assim deixando o papel de lidar com a situação para o/a seu companheiro/a. ENFPs podem ser pais/mães criativos/as, fornecendo a seus filhos todo o tipo de experiências intrigantes. Por outro lado, ENFPs têm pouca paciência com crianças queixosas ou exigentes, e podem ser bastante intolerantes com este tipo de comportamento.

SHOW

Tenho notado que boa parte das pessoas está confiante com o ano que começa e eu sou uma delas. No entanto, diferente de outros anos, quando o otimismo foi forçado [mas também sincero], este começou de outra maneira. Recuperando-me de um ano muito difícil, no qual quase entreguei os pontos, neste eu comecei sem muita expectativa, sem festa e sem muito ânimo.

Felizmente, ao longo desses primeiros dias de 2012, as coisas foram melhorando e hoje eu tô com uma puta vontade de fazer as coisas acontecer. Até a minha tradicional lista de resoluções, que neste ano tinha sido esquecida, eu decidi fazer. Mais do que isso, decidi pô-las em prática antes mesmo de organizá-las direito. E, dessa forma, as coisas tem acontecido.

Antes de tudo, quero aplicar uma boa dose de disciplina na minha vida, que é o que tem faltado desde que eu me entendo por gente. Disciplina pra malhar, pra trabalhar, pra acordar cedo, pra estudar, pra aprender coisas novas. E isso não tem nada a ver com aquela ideia de disciplina militar, aquela rigidez idiota consigo mesmo. Essa disciplina tem a ver com compromisso, com a não procrastinação.

Com essa mudança na minha vida, acredito que realmente 2012 pode e deve ser diferente. Vou trabalhar muito pra isso. Vou trabalhar muito pra fazer um jornalismo de qualidade em Joinville, pra fazer a minha empresa crescer, pra eu tirar o pé da lama. Vou me esforçar muito pra me divertir e fazer meus amigos se divertirem comigo. Vou batalhar muito pra realizar meus sonhos, pra concluir meus projetos, pra alcançar meus ideais. E assim, fazer um ano diferente.

Nessa correria, conto com as surpresas da vida - tanto para o bem quanto para o mal. Na vida a gente tem que estar preparado pra tudo, e se não tiver preparado, tem que reagir do mesmo jeito. Mas vamos torcer pra que coisas boas aconteçam. Quem sabe uma namorada, que tá fazendo falta, né?

2012 chegou e a gente vai com tudo. Vamos juntos!

Derrotas

Nada ensina mais na vida do que as derrotas. E elas ensinam porque se tornam lembranças sempre presentes. Confesso que tive poucas derrotas na vida. Tive poucas vitórias também. Devo ter tido poucas brigas. Mas as derrotas que tive me ensinam muito, ensinam constantemente a evitar o erro.

Vou contar a história de uma delas pra exemplificar mais ou menos o que quero dizer. Lá no começo da faculdade, em 2006 ou 2007, a sensação do momento era o Orkut. A minha turma tinha uma comunidade muito ativa e eu era um dos mais presentes, falava, como ainda falo, demais. Certa feita, numa discussão, eu fiquei chateado com um professor pelo qual eu tenho o maior respeito, Silnei Soares. Cheguei em casa e fiz um tópico, dirigido a ele, no qual escrevi um monte de merda. Me sentindo, claro, na razão.

Pouco tempo depois, o professor respondeu. Argumentou o que tinha que argumentar, mas respondeu da mesma maneira que eu o tratei. No final, deu o golpe final, dizendo que o respeito que ele tinha por mim como aluno e como pessoa acabara ali.

E eu não esqueço e nunca vou esquecer daquele final. Da briga, na verdade, eu não lembro. Mesmo depois disso, eu achei que tinha razões em partes. Eu só não tinha razão de ter sido grosseiro e ofensivo da maneira que eu fui. E isso me ensinou sempre a me policiar antes de falar e escrever. Às vezes, a gente opta por falar algo mais arriscado mesmo, mas, com certeza eu nunca mais fiz isso sem a consciência do risco.

As derrotas ensinam porque elas revelam o caráter o próprio caráter pra cada um. Naquela ocasião eu percebi que era um idiota. E é só por isso que a derrota machuca. Não tem nada a ver com o outro. A derrota machuca pela percepção da própria fraqueza.

Hoje eu estou tendo um dia difícil. Talvez nunca tenha me sentido tão derrotado como hoje. Amanhã vai passar. Talvez à noite eu já tenha esquecido. Mas, inevitavelmente, e isso é bom que aconteça, a lembrança vai voltar. Hoje eu percebi que não sou daquelas pessoas que nunca desistem. Sei lá, talvez nem brasileiro eu seja.

Desisti, hoje, de uma das coisas mais importantes da minha vida. Inclusive, era a prioridade do ano. Faltou força pra enfrentar tudo e todos, ainda mais quando você acha que é um guerreiro. O ano foi repleto de dificuldades, decepções, obstáculos, rés... eu poderia listar aqui uns trocentos motivos que me levaram a desistir. Mas essa não é a lembrança que vai ficar desta situação. E o que importa é o que fica.

Por outro lado, tenho uma característica que nem sei se é boa ou ruim. Eu sempre toco meu próprio barco, sem ligar muito para o que vão falar. Eu vivo caindo, mas nada me impede, nunca, de levantar e continuar. Já estou aqui, tentando de novo. Bola pra frente.

Cheio de planos

Se tem uma coisa que eu gosto, é ficar fazendo planos. Tenho uns 330! Trabalho, estudo, filmes, livros, viagens, competições, eventos... tem de tudo. E os reformulo diária, semanal, mensal e anualmente. Essa semana eu entrei numa vibe boa e refiz mais alguns.

A vibe boa não tem um motivo só, mas deu principalmente porque comecei a trabalhar integralmente com o que eu gosto. Ou seja, não preciso mais trabalhar. Isso, pra mim, é o estopim pra um monte de coisa. Agora a mono vai, o resto todo vai, a vida vai. Tô de boa com a vida, agradecido a Deus por cada aspecto, cada momento.




2011 entra na reta final

Falta pouco pra acabar 2011. Ainda é setembro. E já é metade de setembro! Três meses passam num tapa. E eu só tenho dois deles pra botar a minha vida em ordem, porque ela tá uma bagunça. Abaixo, o status:

1. Monografia: tenho que fazer ou fazer. Não tem mais escolha, não tem mais como adiar. Ou faço ou não me formo nunca mais. Meu tema tem algo a ver com wikileaks, império e multidão, mas não me pergunte porque eu não sei explicar. Prazo: 30 de novembro.

2. Trampo: o principal, e a prioridade, é o Portal Joinville. É onde eu me sinto bem, onde gosto e quero trabalhar. Nunca me senti tão à vontade e com tanta perspectiva no jornalismo quanto agora.

3. Trampo 2: o meu estágio me consome metade do dia. Quero sair logo, mas aqui ganho o pão. E tenho um bom aprendizado. Espero que ano que vem eu já não precise mais.

4. Frila: todo jornalista que se preze precisa de uns frilas pra cobrir o orçamento. Eu, finalmente, consegui o meu. Vai ocupar pouco tempo, mas a graninha (pouca também) vai ajudar a pagar a prestação.

5. Outra parada aí: ainda é surpresa, mas logo vem algo aí que vai me consumir uma ou duas horinhas por semana. Mas vai ser legal. Final do mês eu conto pra todo mundo.

6. Dacs: organizar a Semana Acadêmica, entre outras coisas. Dor de cabeça nossa de cada dia. Mas sempre vale a pena.

7. Vinga Cup: sou o cão de guarda da defesa do Maracutacos FC. Por isso perdemos a primeira partida por 15 a 1. O campeonato vai até o final do ano e promete ser bom. Vai exigir condicionamento.

8. Cuidar da casa: pode ter certeza que isso dá muito trabalho. Vai chegando o dia 15 (quando cai a conta no banco) e o desespero junto. Carro, casa, bicicleta, cachorro...

Sei lá porquê, mas eu gosto de registrar o status da minha vida. Talvez porque a minha péssima memória me deixa na mão e eu sei que posso vir aqui lembrar da minha vida depois. Ou talvez porque acho que isso me ajuda a organizar a bagunça. Sei lá.

Isso aqui tá longe de ser reclamação. Apesar de achar legítimo, há algum tempo eu decidi que não reclamo de mais nada. Deus e a vida só me deram coisa boa até hoje. Cada pessoa que apareceu me ensinou algo e eu sou muito grato por isso. E que continue assim. O importante é não parar.

Maracutacos 7 x 4 Fenix

Primeiro gol do Maracutacos na virada contra o Fenix (Educação Física).
Jogo válido pela segunda rodada da Vinga Cup. Agora o saldo é -11.